
A nutricionista infantil Marina Burin (CRN 18166) chamou a atenção em uma recente publicação em seu perfil no Instagram (@nutri.marinaburin) ao questionar: “Será que a agitação do seu filho é mesmo um transtorno? Ou será que o corpo dele está apenas reagindo a corantes, conservantes e ultraprocessados?”
No dia a dia acelerado, o consumo de alimentos industrializados tornou-se um hábito comum. Se, por um lado, adultos substituem refeições importantes por lanches rápidos, por outro, a alimentação saudável das crianças também acaba ficando em segundo plano, seja pela praticidade ou pela preferência dos pequenos.
Segundo pesquisas recentes, corantes sintéticos e ultraprocessados presentes na rotina alimentar infantil podem intensificar sintomas como hiperatividade, impulsividade e desatenção. Um exemplo é o benzoato de sódio, conservante amplamente utilizado para evitar o crescimento de fungos e bactérias, encontrado em:
- Refrigerantes e bebidas açucaradas
- Sucos industrializados
- Molhos prontos (como ketchup, mostarda e molho de tomate)
- Conservas (azeitonas, picles)
- Produtos enlatados
- Doces, balas e gomas de mascar
- Produtos de panificação industrializados
- Alimentos processados em geral
Marina Burin reforça a importância da orientação profissional no cuidado com a alimentação infantil. Além de compartilhar conteúdos informativos em suas redes sociais, a nutricionista realiza atendimentos presenciais em Palotina, Cascavel e Guaraniaçu (PR), além de oferecer consultas online para todo o Brasil. Seu trabalho tem se destacado especialmente no acompanhamento de crianças atípicas, incluindo aquelas diagnosticadas com TEA (Transtorno do Espectro Autista), TDAH e Síndrome de Down (Trissomia 21).
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