Fortalecer a rede de atendimento e conhecer alternativas capazes de atender às necessidades específicas de cada usuário. Com esse objetivo, a assistente social do Centro de Atenção Psicossocial – CAPS I de Palotina, Ramone Vargas, realizou nesta quarta-feira (16) uma visita técnica ao Centro de Apoio, Reabilitação e Terapia ao Dependente Químico – CARTA.
A iniciativa faz parte do trabalho de aproximação entre os serviços e teve como propósito conhecer de perto o atendimento desenvolvido pela instituição, além de levantar possibilidades de articulação para eventuais encaminhamentos de usuários do município de Palotina.
Conhecer para encaminhar com responsabilidade
Durante a visita, Ramone conheceu a estrutura do CARTA, a metodologia de funcionamento e a rotina das pessoas acolhidas. O levantamento também buscou identificar as possibilidades de atendimento oferecidas para casos em que haja necessidade de acolhimento relacionado ao uso de álcool e outras drogas.
A aproximação permite que os profissionais da rede municipal tenham mais informações sobre os serviços disponíveis antes de avaliar possíveis encaminhamentos.
O trabalho, porém, não significa encaminhamento automático. Conforme as informações repassadas pela Prefeitura, cada situação deverá ser analisada individualmente, considerando as necessidades do usuário e a indicação de acolhimento para o respectivo caso.
Rede mais articulada
A visita também contribui para ampliar o diálogo entre os diferentes pontos de atendimento. Ao conhecer previamente a estrutura e a proposta de trabalho das instituições, as equipes podem avaliar com maior clareza quais alternativas estão disponíveis diante das demandas identificadas no acompanhamento dos usuários.
Para a secretária municipal de Assistência Social, Regina Stefanello, ações dessa natureza ajudam a aproximar os serviços e aprimorar os encaminhamentos realizados pela rede.
“Essa aproximação é muito importante porque permite conhecer de perto os serviços disponíveis e construir caminhos de atendimento de acordo com a necessidade de cada pessoa. Quando os profissionais conhecem a estrutura, a metodologia e as possibilidades oferecidas por uma instituição, conseguimos fortalecer a articulação da rede e buscar encaminhamentos mais adequados e responsáveis para quem precisa de acolhimento e acompanhamento”, destaca Regina Stefanello.
A visita técnica ao CARTA representa, assim, uma etapa de levantamento e articulação. A partir das informações obtidas, o município poderá avaliar as possibilidades existentes para situações em que o acolhimento seja indicado, mantendo como referência as necessidades apresentadas em cada caso.

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