De acordo com o analista de Safras & Mercado Fernando Iglesias, o forte ritmo de embarques e a dificuldade na composição das escalas de abate deram o tom ao longo do mês, que foi pautado pelo estabelecimento de novas máximas para a atual temporada.
Iglesias ressalta que uma perspectiva de continuidade deste movimento no curto prazo ainda existe, com as exportações sendo o grande motor do aumento de preços.
“O fator cambial, com a forte valorização do dólar frente ao real, também assume um papel decisivo nesse movimento, sendo mais vantajoso aos frigoríficos destinar boa parte da produção ao mercado externo do que ao interno”, avalia.
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FONTE/CRÉDITOS: Canal Rural
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): Raquel Brunelli/Embrapa
