
A alimentação pode ir muito além do prato: ela tem o poder de influenciar o comportamento, o humor e até a cognição. É com essa visão que a Nutricionista Infantil Marina Burin tem se tornado uma referência no acompanhamento nutricional de crianças atípicas, especialmente aquelas diagnosticadas com TEA (Transtorno do Espectro Autista), TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) e Trissomia 21 (Síndrome de Down).
Com atuação nas cidades de Palotina, Cascavel e Guaraniaçu, no Paraná, além de consultas online para todo o Brasil, Marina desenvolve um trabalho que une base científica atualizada, escuta acolhedora e propósito claro: melhorar a qualidade de vida das famílias por meio da nutrição infantil.
Em um vídeo publicado em seu perfil no Instagram (@marinaburin_), a nutricionista explica a importância de compreender a conexão entre o intestino e o cérebro, especialmente no cuidado com crianças dentro do espectro autista: “Você sabia que a alimentação pode modular o humor e o comportamento? Então imagine o impacto que ela tem dentro de uma criança no espectro autista. O eixo intestino-cérebro é uma peça fundamental para entendermos os desafios comportamentais, cognitivos e emocionais dessas crianças”, afirma Marina.
Ela ressalta ainda que alterações na microbiota intestinal, inflamações crônicas e disfunções em neurotransmissores como serotonina, GABA e dopamina são bastante comuns em crianças com TEA, o que contribui para sintomas como desconfortos gastrointestinais, incluindo a distensão abdominal. “A alimentação tem um poder muito maior do que vocês imaginam, não é mesmo?”, conclui a profissional.
Com o registro CRN 18166, Marina Burin tem se dedicado a transformar o cuidado com a nutrição em um instrumento de desenvolvimento, autonomia e bem-estar para crianças e famílias que enfrentam desafios diários. Seu trabalho se consolida como um exemplo de atuação sensível, comprometida e baseada em evidências — sempre com um olhar atento para o que realmente importa: o ser humano por trás do diagnóstico.
