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Quinta-feira, 23 de Julho 2026
22 de Julho: um alerta contra o feminicídio
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22 de Julho: um alerta contra o feminicídio

Data de memória e conscientização homenageia vítimas da violência de gênero e reforça que informação, acolhimento e denúncia são fundamentais para salvar vidas; psicóloga Graciela Lopes alerta que o amor nunca deve ser confundido com controle, medo o

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22 de julho é marcado no Paraná como um dia de memória, reflexão e mobilização pela segurança e pela vida das mulheres. A data reforça a importância do enfrentamento à violência de gênero, homenageia as vítimas de feminicídio e chama a atenção da sociedade para a necessidade de reconhecer os primeiros sinais de relacionamentos abusivos antes que a violência atinja consequências irreversíveis.

A psicóloga Graciela Lopes, especialista em Violência Doméstica, destaca que a prevenção começa pelo reconhecimento de comportamentos que muitas vezes são normalizados no cotidiano, mas representam formas de violência.

"O amor não machuca, não humilha e não amedronta. Identificar os sinais e buscar apoio é o que transforma histórias.", afirma Graciela.

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Segundo a especialista, o feminicídio normalmente é o desfecho de uma sequência de agressões que se intensificam ao longo do tempo. Antes da violência extrema, é comum que existam episódios de controle excessivo, ciúmes possessivos, isolamento da vítima, invasão de privacidade, desrespeito ao consentimento, ameaças e violências psicológica, moral, patrimonial, sexual e física.

A escolha do 22 de julho remete à memória da advogada Tatiane Spitzner, assassinada em 2018, em Guarapuava. O caso gerou grande repercussão nacional e tornou-se símbolo da luta pelo enfrentamento ao feminicídio, evidenciando a necessidade de reconhecer os sinais da violência e agir antes que novas vidas sejam interrompidas.

Especialistas reforçam que a responsabilidade pela violência é exclusivamente de quem a pratica. Além disso, alertam que romper um relacionamento abusivo pode representar um período de maior vulnerabilidade para a vítima, tornando essencial o acolhimento, a escuta sem julgamentos e o acesso à rede de proteção.

A campanha também reforça a importância da denúncia e da solidariedade. Mulheres em situação de violência, bem como familiares, amigos ou vizinhos que identifiquem situações de risco, devem buscar ajuda imediatamente.

Em casos de orientação e denúncia, o atendimento está disponível pelo telefone 180. Já em situações de perigo iminente, a recomendação é acionar a Polícia Militar pelo 190.

A mensagem da campanha é clara: informação, acolhimento, apoio e ação podem interromper o ciclo da violência e salvar vidas. Reconhecer os sinais e oferecer ajuda é um compromisso de toda a sociedade.

Graciela Lopes, psicóloga especialista em Violência Doméstica, reforça um alerta que pode salvar vidas: "O amor não machuca, não humilha e não amedronta. Identificar os sinais e buscar apoio é o que transforma histórias."
Graciela Lopes, psicóloga especialista em Violência Doméstica, reforça um alerta que pode salvar vidas: "O amor não machuca, não humilha e não amedronta. Identificar os sinais e buscar apoio é o que transforma histórias."
FONTE/CRÉDITOS: Megazine News

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